Carla Vieira, quem é?

Olá, seja muito bem-vindo. Meu nome é Carla Vieira, paulista de 16 anos, taurina, ansiosa, competitiva e determinada. Dizem que sou um pouco madura para a minha idade, acho que é porque eu procuro ver o lado bom das coisas tanto ruins como boas, eu sempre procuro valorizar os pequenos detalhes. Aprendi com o tempo que a vida é feita de coisas pequenas e simples, são pequenos detalhes que fazem a diferença.



Apaixonada por livros, durante uma leitura vivo outras vidas, experiências e aprendo com cada uma delas. Também gosto de escrever, de mostrar ao mundo o meu ponto de vista e como eu vejo as coisas. Céu azul, a brisa do mar, as flores, um arco-íris após uma tempestade e estar dentro do abraço do meu pai, esses são os meus lugares favoritos no mundo.

Meu sonho ou missão pessoal? Ainda não descobri, mas sei que quero fazer história, ser importante na vida de alguém, fazer a diferença. Eu quero mudar o mundo ou o mundo de alguém. Mas sei que se tenho que ser o espelho da mudança que proponho. Se eu quero mudar o mundo, tenho que começar por mim. Eu quero conhecer todos os cantos, culturas e histórias. Daqui alguns anos quero poder contar a minha história para os meus netos e quem sabe até escrever um livro.

Eu ainda não sei de que forma farei isso, nem qual será minha profissão, se eu pudesse faria um pouco de tudo, talvez por isso não tenha tomado uma decisão...

Livros, séries e filmes. Meu pai diz que sou uma rata de biblioteca, mas eu apenas sinto a necessidade de viver outras histórias, de ouvir novas perspectivas, de viver outras vidas, de poder entrar em um mundo que não é meu. Nada supera a sensação de terminar um bom livro; você se sente como se um pedaço de você tivesse se perdido, nada mais faz sentido. É como se apaixonar por um estranho que você nunca verá novamente, você sofre com o anseio e a tristeza de uma estória que terminou, mas, ao mesmo tempo sente-se satisfeito, mesmo que apenas por pouco tempo...

Para mim dias perfeitos seriam repletos de livros e chocolates sendo lidos e comidos ao ar livre. As pessoas seriam mais felizes e menos julgadas pelo que são. As cidades perfeitas seriam repletas de cor e amor. E a vida? A vida não é perfeita, mas se você souber olhar as pequenas coisas, poderá aproveitar melhor cada momento que ela lhe proporciona.

 
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